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Como a Food To Save impediu que parceiros jogassem R$ 31 milhões no lixo em 2025

A foodtech brasileira Food To Save evitou que seus parceiros descartassem R$ 31 milhões em alimentos em 2025, conectando estabelecimentos com excedentes a consumidores e projetando um faturamento de R$ 220 milhões para 2026.

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26/02 às 05:00

Pontos principais

  • A Food To Save, fundada em 2021, atua como um marketplace para excedentes alimentares, evitando o descarte de produtos em perfeitas condições.
  • Em 2025, a foodtech gerou R$ 31 milhões em receita incremental para seus parceiros, combatendo o desperdício que pode consumir até um terço do lucro líquido do varejo alimentar.
  • O modelo de negócio conecta estabelecimentos a consumidores que buscam descontos de até 70% em "Sacolas Surpresa", facilitando o escoamento de produtos próximos do vencimento ou fora do padrão estético.
  • A plataforma também funciona como gerador de tráfego, com 60% dos pedidos sendo para retirada na loja e mais da metade desses consumidores realizando compras adicionais.
  • Após faturar R$ 160 milhões em 2025, a Food To Save projeta alcançar R$ 220 milhões em 2026, focando em densidade nas cidades onde já atua e com logística terceirizada.
  • A empresa enfatiza a educação para diferenciar "excedente alimentar" de "resto", buscando romper a desconfiança inicial de consumidores e lojistas.
  • A parceria com grandes nomes do setor como Cacau Show, Grupo CRM e GPA foi crucial para conferir autoridade e expandir a rede para mais de 5 mil estabelecimentos em 118 cidades brasileiras.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Lucas Infante (CEO da Food To Save)

Organizações

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Lugares

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