Com novo ambiente político, Goldman Sachs abandona regras de inclusão em seu conselho
20 de fevereiro, 2026 às 05:00
InfoMoney
Resumo
O Goldman Sachs está abandonando as regras de inclusão que consideravam raça, gênero e orientação sexual para membros do conselho, em um movimento que reflete a mudança do ambiente político nos EUA sob o governo Trump e a pressão de grupos conservadores.
Pontos principais
- O Goldman Sachs não considerará mais explicitamente raça, gênero e orientação sexual na avaliação de candidatos ao conselho.
- A decisão é resultado de um acordo com o National Legal and Policy Center, um grupo conservador que pressiona empresas a abandonar projetos de diversidade.
- Este movimento faz parte de um recuo mais amplo de empresas americanas em relação a projetos de diversidade durante o governo Trump.
- Anteriormente, o CEO David Solomon era um defensor vocal da diversidade, estabelecendo metas para a composição da força de trabalho e conselhos de empresas.
- A Casa Branca de Trump argumenta que muitas iniciativas de diversidade equivalem a discriminação contra trabalhadores e candidatos brancos.
- A Equal Employment Opportunity Commission tem questionado práticas de contratação e investigado alegações de discriminação contra brancos em empresas como a Nike.
- O Goldman Sachs já havia abandonado políticas de diversidade para IPOs e metas de recrutamento racial e de gênero no ano anterior.
Entidades mencionadas
Pessoas
Donald Trump (presidente)
David Solomon (CEO do Goldman Sachs)
John Waldron (principal vice do Goldman Sachs)
Stephen M. Scherr (ex-diretor financeiro do Goldman Sachs)
Kathryn Ruemmler (diretora jurídica do Goldman Sachs)
Luke Perlot (diretor associado do National Legal and Policy Center)
Jennifer Zuccarelli (porta-voz do Goldman Sachs)
Organizações
Goldman Sachs
National Legal and Policy Center
American Express
Deere & Co.
The Wall Street Journal
Equal Employment Opportunity Commission
Nike
Nasdaq
Lugares
Wall Street
Estados Unidos
Europa
Reino Unido
