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Choro e medo de desemprego: vítima detalha acusação de assédio sexual de Buzzi

12 de fevereiro, 2026 às 14:00
InfoMoney

Resumo

Uma segunda vítima detalha acusações de assédio sexual contra o ministro do STJ Marco Buzzi, que foi afastado provisoriamente e se declara inocente, enquanto a investigação sobre os episódios segue em curso.

Pontos principais

  • Uma ex-secretária de Marco Buzzi relatou episódios periódicos de assédio sexual durante seu trabalho no gabinete do ministro em 2023, temendo o desemprego.
  • Buzzi, ministro do STJ, foi afastado provisoriamente por decisão unânime da Corte após duas denúncias de assédio sexual.
  • A defesa de Buzzi afirma sua inocência e considera o afastamento desnecessário, mencionando que ele já está afastado para tratamento médico.
  • A primeira denúncia foi feita por uma jovem de 18 anos, filha de amigos do ministro, que alegou ter sido assediada em Balneário Camboriú.
  • A investigação está em andamento para definir a tipificação da conduta, que pode variar de importunação sexual a crimes mais graves.
  • Enquanto afastado, Buzzi não poderá usar prerrogativas da função, mas continuará recebendo seu salário de R$ 44 mil.
  • Em carta aos colegas, Buzzi expressou dor e angústia, reafirmando sua inocência e confiando na apuração técnica dos fatos.

Entidades mencionadas

Pessoas
Marco Buzzi (ministro do Superior Tribunal de Justiça)
Francisco Falcão (ministro do STJ)
Organizações
Superior Tribunal de Justiça (STJ)
Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
Ministério Público Federal (MPF)
Lugares
Balneário Camboriú
Santa Catarina
São Paulo