Chefe da OMS diz que médicos e enfermeiros morreram em ataque a centro de saúde no Líbano
O diretor-geral da OMS confirmou a morte de 14 profissionais de saúde em ataques a centros de saúde no sul do Líbano, intensificando a crise na região devido aos conflitos entre Israel e Hezbollah.
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14/03 às 17:56
Pontos principais
- O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, confirmou a morte de 12 médicos, paramédicos e enfermeiros em um ataque ao centro de saúde de Bourj Qalaouiyeh, no Líbano.
- Outros dois paramédicos foram mortos em um ataque anterior a uma unidade de saúde em Al Sowana, totalizando 14 profissionais de saúde mortos em 24 horas.
- Os ataques ocorrem em meio à escalada de tensões e bombardeios entre Israel e o Hezbollah no Líbano.
- Israel lançou uma ampla campanha de bombardeios contra o Hezbollah, resultando em mais de 770 mortos e centenas de milhares de deslocados.
- O governo libanês registrou 773 mortes, incluindo mais de 100 crianças, e 800 mil pessoas deslocadas devido aos ataques israelenses.
- A ministra dos Assuntos Sociais do Líbano, Haneen Sayed, informou que cerca de 816 mil pessoas estão deslocadas, com 126 mil em abrigos coletivos.
- O Exército israelense afirma ter realizado mais de 500 ataques aéreos contra alvos do Hezbollah em território libanês.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Tedros Adhanom Ghebreyesus (diretor-geral da Organização Mundial da Saúde)Haneen Sayed (ministra dos Assuntos Sociais)
Organizações
Organização Mundial da Saúde (OMS)HezbollahExército israelense
Lugares
LíbanoBourj QalaouiyehAl SowanaOriente MédioBeiruteIsraelIrãEUA
