Caso Master: Mendonça reduz sigilo e dá mais autonomia para PF nas investigações
19 de fevereiro, 2026 às 23:17
InfoMoney
Resumo
O ministro André Mendonça, do STF, reduziu o sigilo e concedeu maior autonomia à Polícia Federal nas investigações sobre as fraudes do Banco Master, permitindo a ampliação do acesso aos dados e a condução de diligências.
Pontos principais
- O ministro André Mendonça reduziu o sigilo do caso Banco Master e aumentou a autonomia da Polícia Federal nas investigações.
- A decisão permite que mais policiais acessem e analisem o conteúdo de celulares apreendidos, contrariando procedimentos anteriores de Dias Toffoli.
- A PF havia ponderado sobre a dificuldade de concluir a apuração com as condições impostas anteriormente, citando o grande volume de dispositivos eletrônicos a serem periciados.
- Mendonça autorizou a PF a ampliar o número de peritos e a manter a custódia dos bens apreendidos, desde que o sigilo seja preservado.
- O ministro enfatizou o dever de sigilo profissional dos envolvidos, inclusive em relação a superiores hierárquicos e outras autoridades públicas.
- A PF também foi autorizada a realizar diligências necessárias, como oitiva de investigados e testemunhas.
- Informações podem ser compartilhadas com a Corregedoria-Geral da PF para apurar condutas de policiais federais, e com a Diretoria de Inteligência da PF.
Entidades mencionadas
Pessoas
André Mendonça (ministro do STF)
Dias Toffoli (ministro do STF)
Organizações
Supremo Tribunal Federal (STF)
Polícia Federal (PF)
Banco Master
Corregedoria-Geral da PF
