Brasileira LogiGo desafia gigantes e espera faturar R$ 100 mi com telas para carros
A LogiGo, empresa brasileira, destaca-se no mercado de centrais multimídia automotivas, desafiando gigantes globais com sua capacidade de adaptação e desenvolvimento de software local, projetando faturamento de R$ 100 milhões em 2027.
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13/03 às 05:00
Pontos principais
- A LogiGo, fundada em 2010, transformou-se de revendedora de acessórios para fornecedora OEM de centrais multimídia para montadoras no Brasil.
- A empresa faturou R$ 40 milhões no último ano, com projeção de R$ 60 milhões em 2026 e mais de R$ 100 milhões em 2027, impulsionada por novos contratos e expansão.
- A virada ocorreu em 2014, quando a Toyota incorporou os produtos da LogiGo, seguida por contratos com Nissan, Mitsubishi e Ford.
- O diferencial competitivo da LogiGo reside no desenvolvimento de software adaptado à realidade brasileira, com montagem final e testes em São Bernardo do Campo.
- A empresa aposta na monetização da tela multimídia como plataforma de relacionamento e serviços, incluindo IA com a assistente Lia, para fidelizar clientes e gerar receita para as montadoras.
- A LogiGo expandiu seus negócios para o segmento de caminhões e abriu uma subsidiária nos Estados Unidos, buscando reduzir a dependência de contratos com montadoras e ampliar a receita recorrente.
- A capacidade de adaptação e inovação permitiu à LogiGo sobreviver e prosperar em um mercado dominado por gigantes internacionais, com o carro se tornando cada vez mais um software sobre rodas.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Antonio Azevedo (fundador e CEO da LogiGo)
Organizações
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