Boné e moletom ajudaram a identificar adolescente responsável por morte do cão Orelha
A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu a investigação sobre a morte do cão comunitário Orelha, identificando um adolescente como responsável e solicitando sua internação, enquanto a defesa do jovem contesta as provas e alega politização do caso.
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04/02 às 12:14
Pontos principais
- A Polícia Civil de Santa Catarina encerrou as investigações sobre a morte do cão Orelha, agredido na Praia Brava em janeiro.
- Um adolescente foi identificado como o agressor, com base em mil horas de filmagens, 24 testemunhas e um software francês de localização.
- A polícia pediu a internação do adolescente e indiciou três adultos por coação a testemunha.
- O cão Orelha morreu em uma clínica veterinária após sofrer uma pancada contundente na cabeça.
- Boné e moletom usados pelo adolescente no dia do crime foram peças-chave na investigação, apesar de uma tentativa de familiar de escondê-los.
- A defesa do adolescente alega que as provas são circunstanciais, não teve acesso integral aos autos e que o caso está politizado.
- A investigação seguiu o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e os procedimentos foram encaminhados ao Ministério Público e Judiciário.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Alexandre Kale (advogado)Rodrigo Duarte (advogado)
Organizações
Polícia Civil de Santa CatarinaDelegacia Especializada no Atendimento de Adolescentes em Conflito com a Lei (DEACLE)Delegacia de Proteção Animal (DPA)Polícia CientíficaMinistério PúblicoJudiciário
Lugares
FlorianópolisPraia BravaEstados UnidosAeroporto Internacional de Florianópolis
