BBA vê cenários opostos para celulose curta e longa e tem visão positiva para Suzano
O Itaú BBA aponta cenários opostos para a celulose de fibra curta e longa, com uma visão positiva para a Suzano devido à sua maior exposição à fibra curta, que apresenta fundamentos mais sólidos impulsionados pela demanda e restrições de oferta.
|
10/04 às 07:00
Pontos principais
- O mercado de celulose apresenta cenários divergentes para fibra curta e longa, com a fibra curta em momento positivo e a longa enfraquecida.
- A celulose de fibra curta é impulsionada por restrições de oferta na Indonésia e forte demanda de papel na China, levando a aumentos de preços.
- A Suzano estima uma perda de 150 mil toneladas no 1T26 e até 600 mil toneladas em 2026 devido à situação na Indonésia, limitando a oferta.
- O projeto OKI teve seu início adiado, contribuindo para a oferta limitada de fibra curta no curto prazo.
- A celulose de fibra longa sofre com estoques elevados na China e substituição F2F, resultando em margens fracas e possíveis paralisações de capacidade no Canadá.
- Apesar do desempenho recente negativo das ações, o Itaú BBA mantém recomendação de compra para SUZB3, com preço-alvo de R$ 70.
- A visão positiva para a Suzano é sustentada pela sua maior exposição à celulose de fibra curta, que possui fundamentos mais robustos no cenário global.
Mencionado nesta matéria
Organizações
Itaú BBASuzano
Lugares
ChinaIndonésiaOriente MédioCanadá
