Até R$ 3,1 mil por mês: como americanos transformam o próprio sangue em renda extra
Nos EUA, a venda de plasma sanguíneo tornou-se uma fonte de renda extra comum, inclusive para a classe média, movimentando bilhões de dólares e suprindo a demanda global por medicamentos, apesar do estigma e da falta de estudos sobre efeitos de longo prazo.
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22/03 às 04:00
Pontos principais
- A venda de plasma sanguíneo é uma prática crescente nos EUA, permitindo que indivíduos ganhem até US$ 3,1 mil por mês.
- Os Estados Unidos são responsáveis por cerca de 70% da coleta global de plasma, exportando US$ 6,2 bilhões em 2024.
- A prática atrai diversos perfis, incluindo profissionais de tecnologia, professores e aposentados, que buscam complementar a renda devido ao descompasso entre custo de vida e salários.
- Centros de coleta de plasma estão se expandindo para bairros de classe média e ricos, mudando a percepção de que a prática é exclusiva de áreas mais pobres.
- Embora considerada segura, há poucos estudos sobre os efeitos de longo prazo da venda frequente de plasma.
- A principal motivação para a venda de plasma é financeira, funcionando como uma alternativa emergencial de renda e reduzindo a procura por empréstimos de curto prazo.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Joseph Briseño (supervisor)
Organizações
The New York TimesFreepikOrganização Mundial da SaúdeWashington UniversityUniversidade do Colorado
Lugares
Estados UnidosWebsterTexas
