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As ações à prova do risco de ruptura pela IA, segundo o Goldman Sachs

Segundo o Goldman Sachs, ações de empresas com ativos produtivos tangíveis estão superando o mercado, pois investidores buscam proteção contra a ruptura causada pela inteligência artificial, priorizando o "efeito HALO" de ativos pesados e baixa obsolescência.

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24/02 às 09:37

Pontos principais

  • Empresas com ativos tangíveis superam o mercado devido à busca por proteção contra a ruptura da IA.
  • A carteira de ações intensivas em capital do Goldman Sachs superou em 35% o grupo de empresas "asset light" desde 2025.
  • Investidores buscam ações com o "efeito HALO" (ativos pesados e baixa obsolescência) em setores como utilities e energia.
  • ASML, Safran, LVMH, Air Liquide e Airbus são exemplos de empresas intensivas em capital na Europa.
  • A preocupação com a IA tem impactado negativamente setores "asset light", como software e gestão de recursos.
  • Grandes empresas de tecnologia (Amazon, Microsoft, Alphabet, Meta, Oracle) estão investindo trilhões na infraestrutura de IA, tornando-se intensivas em capital.
  • Juros reais elevados e o cenário geopolítico também favorecem a migração para setores intensivos em capital.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Guillaume Jaisson (analista)

Organizações

Goldman SachsASMLSafranLVMHAir LiquideAirbusL'OrealAdyenDSVSiemensAmazonMicrosoftAlphabetMetaOracleMorgan Stanley