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Argentina: Greve contra reforma trabalhista teve adesão significativa, diz sindicato

19 de fevereiro, 2026 às 22:31
InfoMoney

Resumo

Uma greve geral na Argentina contra a reforma trabalhista de Javier Milei teve adesão significativa, paralisando diversos setores e gerando confrontos entre manifestantes e a polícia, enquanto o presidente estava fora do país.

Pontos principais

  • A greve geral na Argentina contra a reforma trabalhista de Javier Milei teve adesão de 90%, segundo a central sindical CGT.
  • A reforma inclui redução de indenizações, extensão da jornada de trabalho para 12 horas e limitação do direito de greve.
  • A paralisação afetou transporte público, bancos, comércio, produção e até atividades esportivas, com 13 sindicatos aderindo.
  • No Brasil, 62 voos foram suspensos nos aeroportos de Galeão e Guarulhos devido à greve na Argentina.
  • Jorge Sola, líder sindical, criticou a reforma, afirmando que ela representa um retrocesso nos direitos trabalhistas e que as medidas de força continuarão se for aprovada.
  • O governo de Milei minimizou o impacto da greve, com Manuel Adorni acusando os sindicalistas de extorsão e de complicar a vida do trabalhador.
  • Houve confrontos entre policiais e manifestantes nos arredores do Congresso em Buenos Aires, com uso de canhões de água e gás lacrimogêneo.

Entidades mencionadas

Pessoas
Jorge Sola (secretário-geral do Sindicato do Seguro)
Javier Milei (presidente da Argentina)
Manuel Adorni (chefe de Gabinete de Milei)
Donald Trump
Organizações
CGT (central sindical)
Sindicato do Seguro
Aerolíneas Argentinas
GRU Airport
Fundo Monetário Internacional (FMI)
Lugares
Argentina
Buenos Aires
Congresso
Brasil
Galeão
Guarulhos
Washington