Alcolumbre mantém sessão da CPMI do INSS que quebrou sigilo de Lulinha
Davi Alcolumbre, presidente do Senado, manteve a decisão da CPMI do INSS que aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula, apesar de um recurso da base governista que alegava irregularidades na votação.
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03/03 às 21:44
Pontos principais
- Davi Alcolumbre manteve a votação da CPMI do INSS que aprovou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha).
- Parlamentares governistas apresentaram recurso para anular a votação, alegando que a maioria da comissão havia rejeitado os requerimentos.
- A base governista afirmou que o presidente da comissão, Carlos Viana, proclamou a aprovação com apenas sete parlamentares de pé, enquanto 14 teriam se manifestado contra.
- Alcolumbre solicitou parecer da Advocacia do Senado e da Secretaria-Geral da Mesa, que concluíram que 16 votos contrários seriam necessários para a rejeição, considerando 31 parlamentares presentes.
- Ao rejeitar o recurso, Alcolumbre argumentou que o número de votos contrários alegado não seria suficiente para configurar a maioria necessária para a rejeição.
- A quebra de sigilos de Lulinha foi solicitada pelo deputado Alfredo Gaspar, em conexão com a Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no INSS.
- Lulinha é citado em mensagens da PF como possível beneficiário de R$ 300 mil do esquema, mas sua defesa nega qualquer envolvimento.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Davi Alcolumbre (presidente do Senado)Fabio Luís Lula da Silva (Lulinha)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Carlos Viana (presidente da CPMI do INSS)Alfredo Gaspar (deputado)Antônio Carlos Camilo Antunes (Careca do INSS)
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