Alckmin defende apuração rigorosa no caso Master
Geraldo Alckmin defende apuração rigorosa e punição no escândalo do Banco Master, comenta sobre sua saída do MDIC para as eleições de 2026, os impactos econômicos da guerra no Irã, a polarização eleitoral e a PEC da Segurança Pública.
|
11/03 às 07:07
Pontos principais
- Geraldo Alckmin defendeu apuração rigorosa e punição para todos os envolvidos no escândalo do Banco Master, que causou prejuízos bilionários.
- Ele afirmou que o presidente Lula garante total liberdade investigativa à Polícia Federal, Ministério Público e Poder Judiciário.
- Alckmin confirmou que deixará o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio em 2 de abril, cumprindo a legislação eleitoral para disputar cargos públicos.
- O vice-presidente comentou sobre os efeitos econômicos da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, prevendo menor impacto no Brasil devido aos parceiros comerciais.
- Alckmin destacou a polarização eleitoral global, mas se mostrou otimista com a percepção da sociedade sobre a economia brasileira, citando o menor desemprego e inflação.
- Ele ressaltou a aprovação da PEC da Segurança Pública na Câmara, que cria o Sistema Único de Segurança Pública e fortalece as polícias municipais.
- A PEC também atribui à Polícia Federal o combate a crimes de organizações e milícias com repercussão interestadual ou internacional, e defende aumento de pena para o crime organizado.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Geraldo Alckmin (vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio)José Luiz Datena (jornalista)Lula (presidente)Daniel Vorcaro (financista)
Organizações
Banco MasterBanco Central (BC)TV BrasilPolícia Federal (PF)Ministério PúblicoPoder JudiciárioFundo Garantidor de CréditosMDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio)Câmara dos DeputadosSenadoPolícia Rodoviária Federal
Lugares
BrasilDF (Distrito Federal)IrãEstados UnidosIsraelChinaUnião EuropeiaArgentina
