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5 dos 'penduricalhos' mais inacreditáveis do funcionalismo brasileiro

O STF decide sobre a liminar do ministro Flávio Dino que suspende os "penduricalhos" no funcionalismo público, buscando coibir remunerações acima do teto constitucional e resgatar a autoridade do teto salarial.

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25/02 às 15:05

Pontos principais

  • O plenário do STF vota a ratificação da liminar do ministro Flávio Dino que suspende "penduricalhos" que permitem supersalários no funcionalismo público.
  • A decisão busca impedir que remunerações extras ultrapassem o teto constitucional de R$ 46.366,19.
  • O presidente Lula vetou penduricalhos aprovados pelo Congresso, e o ministro Gilmar Mendes limitou verbas indenizatórias no Judiciário e MP.
  • Especialistas apontam que a brecha das "indenizações" tem sido usada para burlar o teto e escapar de impostos.
  • Exemplos de penduricalhos incluem licença compensatória convertida em pagamento, venda de férias e auxílios como alimentação de até R$ 4 mil e educação para filhos até 24 anos.
  • Pagamentos retroativos e honorários de sucumbência para advogados públicos também são citados como formas de exceder o teto.
  • Associações de carreiras jurídicas questionam a decisão de Dino, alegando defasagem salarial e sobrecarga de trabalho.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Flávio Dino (ministro do STF)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Gilmar Mendes (ministro do STF)Bruno Carazza (professor associado da Fundação Dom Cabral, economista e doutor em direito)

Organizações

Supremo Tribunal Federal (STF)Tribunal de Contas da União (TCU)Fundação Dom CabralTribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP)Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Lugares

BrasilRondôniaAmazonasAcre