10 regras para as empresas navegarem o próximo capítulo das tarifas globais
Empresas devem encarar as tarifas globais como uma realidade persistente e desenvolver estratégias de cadeia de suprimentos resilientes, diversificando a produção e mantendo o foco no custo total, em vez de apenas reclamar ou esperar que a situação mude.
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23/03 às 05:00
Pontos principais
- Líderes empresariais devem assumir que as tarifas globais persistirão e construir organizações capazes de absorver o impacto e se adaptar.
- A Breville, fabricante australiana de eletrodomésticos, é citada como um exemplo de sucesso na adaptação, transferindo agressivamente sua produção para fora da China.
- O artigo apresenta 10 regras práticas para líderes navegarem em um mundo com tarifas, incluindo preservar capacidades de fornecedores, construir capacidade local e diversificar amplamente a cadeia de suprimentos.
- Outras regras destacam a importância da velocidade como ativo estratégico, o reconhecimento da integração global, e a manutenção do foco no custo total e no controle da lista de materiais.
- A inteligência artificial deve ser vista como um auxiliar, mas não substitui a execução operacional disciplinada e o foco nos fundamentos de design e manufatura.
- Manter opções e relacionamentos na China, mesmo ao diversificar, é crucial, assim como permitir que a concorrência entre fornecedores trabalhe a favor da empresa.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Donald Trump (presidente dos EUA)Jim Clayton (CEO da Breville)Nico Stiegler (gerente geral de engenharia da Breville)
Organizações
Suprema Corte dos Estados UnidosUEBrevilleLG ElectronicsHarvard Business ReviewNew York Times Licensing
Lugares
ChinaMéxicoIndonésiaVietnãCambojaSeulHong Kong
