Meredith Whittaker é uma cientista pesquisadora americana e defensora da ética na inteligência artificial, privacidade e direitos dos trabalhadores. Atualmente, ela preside a Signal Foundation e é membro de seu conselho, além de ter cofundado o AI Now Institute na NYU, focado nas implicações sociais da IA. Reconhecida por seu ativismo, incluindo a organização dos Google Walkouts em 2018, Whittaker é uma voz crítica sobre o poder das grandes empresas de tecnologia e a necessidade de responsabilidade, sendo nomeada uma das 100 pessoas mais influentes em IA pela TIME em 2023.
Meredith Whittaker é uma cientista pesquisadora americana na área de inteligência artificial, conhecida por seu trabalho em ética tecnológica, privacidade e direitos dos trabalhadores. Atualmente, é presidente da Signal Foundation e membro de seu conselho administrativo. Ela foi cofundadora e diretora do AI Now Institute na Universidade de Nova York (NYU), um instituto dedicado a pesquisar as implicações sociais da inteligência artificial. Whittaker também atuou como assessora sênior em IA para a presidente Lina Khan na Federal Trade Commission (FTC) e foi incluída na lista das 100 pessoas mais influentes em IA pela revista TIME em 2023. Sua carreira é marcada por um forte ativismo em prol da responsabilidade social na tecnologia, incluindo sua participação na organização dos Google Walkouts em 2018.
Meredith Whittaker ingressou no Google em 2006, onde trabalhou por 13 anos. Durante seu tempo na empresa, fundou o grupo Google Open Research, que colaborava com comunidades de código aberto e acadêmicas em questões como neutralidade da rede, privacidade, segurança e as consequências sociais da inteligência artificial. Ela também foi cofundadora do M-Lab, um sistema de medição de rede distribuído globalmente que fornece a maior fonte de dados abertos sobre desempenho da internet.
Em 2017, Whittaker cofundou o AI Now Institute na NYU com Kate Crawford, após um simpósio organizado pela Casa Branca. O instituto se tornou uma referência na pesquisa das implicações sociais da IA, incluindo vieses, direitos e liberdades. Em 2018, ela foi uma das principais organizadoras dos Google Walkouts, protestos de mais de 20.000 funcionários contra a cultura da empresa em relação a alegações de má conduta sexual e o envolvimento da empresa com o Projeto Maven, um contrato com o exército dos EUA para desenvolver tecnologias de visão computacional para drones. Whittaker alegou ter sofrido retaliação do Google após seu ativismo e deixou a empresa em julho de 2019. Desde então, tem sido uma voz crítica sobre o poder das grandes empresas de tecnologia e a necessidade de regulamentação e responsabilidade.