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Casa Branca Suaviza Tom sobre Morte em Minneapolis e Envia "Czar" da Fronteira

A Casa Branca adotou um discurso mais ameno sobre a morte de Alex Pretti em Minneapolis, após protestos, enquanto o presidente Trump busca reduzir tensões com o governador de Minnesota e envia um coordenador para o estado.

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Foto: InfoMoney
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27/01 às 21:59 · atualizado há 5m

Pontos principais

  • A Casa Branca suavizou seu discurso sobre a morte do enfermeiro Alex Pretti em Minneapolis, baleado por agentes federais.
  • A porta-voz Karoline Leavitt afirmou que a administração não deseja ver pessoas feridas ou mortas nas ruas dos EUA.
  • A mudança de tom contrasta com as reações iniciais do governo, que classificaram Pretti como "terrorista doméstico".
  • Análises de vídeos questionam a versão oficial de que Pretti estava armado e reagiu violentamente.
  • Donald Trump anunciou o envio de Tom Homan, o "czar" da fronteira, para coordenar operações de imigração em Minnesota e reduzir atritos com o governador Tim Walz.

A Casa Branca adotou uma postura mais conciliadora em relação à morte de Alex Pretti em Minneapolis, um enfermeiro que foi baleado por agentes federais, após uma onda de protestos e pressão pública. A porta-voz Karoline Leavitt declarou que a administração não deseja ver cidadãos feridos ou mortos nas ruas dos Estados Unidos, marcando uma mudança significativa em relação às declarações anteriores que rotulavam Pretti como "terrorista doméstico". Esta alteração no discurso ocorre em meio a análises de vídeos que contestam a versão oficial de que Pretti estava armado e reagiu violentamente, levantando dúvidas sobre a conduta das autoridades.

Em um esforço para desescalar as tensões, o presidente Donald Trump anunciou o envio de Tom Homan, conhecido como o "czar" da fronteira, para coordenar operações de imigração em Minnesota. A iniciativa visa também reduzir o atrito com o governador democrata Tim Walz, que tem cobrado investigações independentes sobre as mortes. A Casa Branca atribui parte da crise à "resistência deliberada" de lideranças democratas locais, indicando uma complexa dinâmica política por trás dos eventos em Minneapolis.

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