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Vivara: o que dados de empresa “gringa” podem dizer em meio ao risco commodities

Os resultados da joalheria dinamarquesa Pandora servem como termômetro para a Vivara (VIVA3), indicando um cenário desafiador na América Latina, pressão da alta das commodities (prata e ouro) nas margens e ajustes comerciais, enquanto analistas avaliam o impacto e as perspectivas para a empresa brasileira.

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06/02 às 13:34

Pontos principais

  • Os números da Pandora revelam um ambiente de consumo mais fraco na América Latina e pressão da alta de prata e ouro, impactando as margens.
  • A Pandora planeja fechar 50 operações shop-in-shop no Brasil e na China e diversificar matérias-primas para reduzir a dependência da prata.
  • A margem EBIT da Pandora deve cair em 2026 devido à escalada das commodities, com impacto bruto de 11 pontos percentuais em 2027.
  • O Bradesco BBI vê alívio competitivo, mas impacto econômico negativo para a Vivara, destacando diferenças como menor exposição à prata e estrutura verticalizada.
  • O "risco commodities" é legítimo para a Vivara, especialmente na linha Life (prata), que teve alta de 139% na base anual.
  • O BTG Pactual mantém a Vivara como uma das varejistas de maior qualidade no Brasil, com capacidade de expandir margens e bom posicionamento para retornos atraentes.
  • Ambos os bancos, Bradesco BBI e BTG Pactual, mantêm recomendações para a Vivara, com o BBI neutra e preço-alvo de R$ 36, e o BTG Pactual de compra e preço-alvo de R$ 36.

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Organizações

Vivara (VIVA3)PandoraBradesco BBIBTG Pactual

Lugares

América LatinaBrasilChina