Varejistas mais preparadas? Como mercado vê possível mudança da “taxa das blusinhas”
O mercado financeiro avalia o possível fim da "taxa das blusinhas" e seus impactos nas varejistas de moda brasileiras, com analistas indicando que as empresas estão mais preparadas para a concorrência, embora o cenário ainda gere ruído.
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01/04 às 16:10
Pontos principais
- A notícia sobre o possível fim da "taxa das blusinhas" causou queda nas ações de varejistas como Lojas Renner e C&A.
- O governo considera a mudança devido a preocupações com o custo de vida e impacto na popularidade, conforme pesquisas internas.
- Analistas do JPMorgan e BTG Pactual veem a remoção do imposto como negativa para varejistas locais, aumentando a diferença de preços com concorrentes estrangeiros.
- Apesar da queda inicial nos volumes de importação após a taxa, os volumes recentes se aproximam dos níveis pré-taxa.
- Varejistas locais, como Renner, C&A e Riachuelo, tornaram-se mais competitivas e ágeis, investindo em produtos e infraestrutura.
- O Goldman Sachs reitera visão positiva para a Renner, destacando sua melhor posição para enfrentar a concorrência externa devido a investimentos e eficiência.
- O setor de moda negocia a múltiplos baixos, precificando uma perspectiva de consumo pessimista no Brasil para o primeiro semestre de 2026.
Mencionado nesta matéria
Organizações
Lojas Renner (LREN3)C&A (CEAB3)JPMorganBTG PactualSheinRiachueloGuararapesGoldman Sachs
Lugares
Brasil
