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UE e países muçulmanos criticam lei de Israel que prevê pena de morte para palestinos condenados por ataques letais

A União Europeia e oito países de maioria muçulmana criticam veementemente a nova lei de Israel que estabelece a pena de morte por enforcamento para palestinos condenados por ataques letais, classificando-a como discriminatória e um grave retrocesso.

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02/04 às 13:06

Pontos principais

  • O Parlamento israelense aprovou uma lei que determina a pena de morte por enforcamento para palestinos condenados por ataques letais com o objetivo de "acabar com a existência de Israel".
  • A União Europeia divulgou uma nota criticando a lei, chamando-a de "discriminatória" e um "grave retrocesso", e instou Israel a respeitar o direito internacional.
  • Oito países de maioria muçulmana (Paquistão, Turquia, Egito, Indonésia, Jordânia, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos) condenaram a lei em uma declaração conjunta, classificando-a como uma "escalada perigosa".
  • Críticos argumentam que a lei seria aplicada apenas a palestinos, não a judeus israelenses que cometeram crimes semelhantes.
  • Defensores da lei alegam que ela impedirá ataques mortais e tentativas de sequestro por parte de palestinos.
  • A presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, Petra Bayr, alertou que a aprovação da lei pode levar à exclusão de Israel do Conselho da Europa.
  • O presidente palestino, Mahmoud Abbas, condenou a legislação como uma violação da lei internacional.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Ben-GvirPetra Bayr (presidente da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa - APCE)Mahmoud Abbas (presidente palestino)

Organizações

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