Tesouro Direto resiste a Warsh no Fed e estabiliza na contramão dos Treasuries
As taxas do Tesouro Direto no Brasil mantêm estabilidade nesta sexta-feira, contrariando a volatilidade dos Treasuries americanos, influenciada pela indicação de Kevin Warsh para o Fed e a expectativa de cortes de juros no Brasil.
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30/01 às 10:53
Pontos principais
- As taxas dos títulos do Tesouro Direto operam estáveis, em contraste com os Treasuries dos EUA.
- A indicação de Kevin Warsh por Donald Trump para a presidência do Federal Reserve gerou incertezas nos mercados globais.
- Títulos prefixados e indexados à inflação no Brasil mostram variações discretas após ajuste da véspera.
- O mercado brasileiro precifica a decisão do Banco Central sobre o ciclo de cortes de juros, possivelmente em março.
- Analistas preveem que Warsh pode adotar uma postura de cortes de juros mais rápidos nos EUA, alinhada a Trump.
- Dados do setor público brasileiro, como dívida bruta e resultado primário, também são analisados pelos investidores.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Kevin Warsh (indicado para presidente do Federal Reserve)Donald TrumpPowellGustavo Cruz (estrategista-chefe da RB Investimentos)
Organizações
Federal Reserve (Fed)Wall StreetBanco CentralRB Investimentos
Lugares
EUABrasil
