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Taxa das blusinhas: arrecadação do governo sobe 25% em janeiro, para R$ 425 milhões; Alckmin avalia que medida protege o emprego

A arrecadação do governo federal com a "taxa das blusinhas" subiu 25% em janeiro de 2026, atingindo R$ 425 milhões, enquanto o vice-presidente Geraldo Alckmin defende a medida como protetora do emprego nacional, apesar de debates sobre sua revogação e impactos nos Correios.

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03/04 às 10:16

Pontos principais

  • A arrecadação da "taxa das blusinhas" (imposto de importação sobre encomendas internacionais) atingiu R$ 425 milhões em janeiro de 2026, um aumento de 25% em relação ao ano anterior.
  • Em janeiro de 2026, foram recebidas 15,3 milhões de remessas internacionais, comparado a 11,4 milhões em janeiro de 2025.
  • O governo federal avalia a revogação da taxa em ano eleitoral, com o ministro Sidônio Palmeira liderando o movimento.
  • A Câmara dos Deputados discute um projeto de lei para zerar o imposto sobre compras de até US$ 50 no comércio eletrônico.
  • Geraldo Alckmin defendeu a taxa no passado para proteger a produção, emprego e renda no país, comparando a carga tributária de produtos nacionais e importados.
  • A taxa das blusinhas arrecadou R$ 5 bilhões em 2025, contribuindo para a meta fiscal e combatendo a evasão fiscal através do programa Remessa Conforme.
  • A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) apoia a taxa, afirmando que ela contribuiu para a manutenção de empregos e a isonomia tributária.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Geraldo Alckmin (vice-presidente e ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior)Sidônio Palmeira (ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência)Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)

Organizações

Receita FederalO GloboCâmara dos DeputadosCorreiosFiscoAssociação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit)Congresso Nacional

Lugares

Brasil