Sob pressão, Trump baixou o tom com rivais após mortes em Minneapolis
Após mortes em Minneapolis relacionadas a uma campanha de deportação, o presidente Donald Trump e autoridades locais adotam um tom conciliador, com a saída de um oficial da Patrulha de Fronteira e a promessa de reduzir agentes, em meio a controvérsias sobre os tiroteios e a perda de apoio público.
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27/01 às 06:59
Pontos principais
- Donald Trump e o governador de Minnesota, Tim Walz, adotaram um tom conciliador após ligação sobre a crise de deportação em Minneapolis.
- Gregory Bovino, uma figura central na campanha de deportação, deixará Minnesota e seu cargo de 'comandante geral' da Patrulha de Fronteira.
- As mortes de Alex Pretti e Renee Good por agentes federais em Minneapolis geraram grande tensão e contrariaram as versões oficiais com vídeos.
- Trump e o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, também conversaram, com Frey afirmando que agentes federais começarão a deixar a cidade.
- Uma pesquisa Reuters/Ipsos indicou diminuição do apoio público às táticas de imigração de Trump após o tiroteio de Pretti.
- Um importante candidato republicano em Minnesota, Chris Madel, desistiu de sua candidatura, criticando a repressão e a retaliação do partido.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Donald TrumpTim WalzJacob FreyGregory BovinoTom HomanAlex PrettiRenee GoodTricia McLaughlinChris Madel
Organizações
Patrulha de Fronteira dos EUADepartamento de Segurança Interna (DHS)The AtlanticReutersIpsosDepartamento de Justiça dos EUA
Lugares
MinneapolisMinnesotaEstados UnidosEl CentroCalifórniaMéxicoSt. Paul
