Sem EUA, Reino Unido reúne 40 países para discutir bloqueio do Estreito de Ormuz e diz que Irã faz 'economia global refém'
O Reino Unido reuniu mais de 40 países para discutir a reabertura do Estreito de Ormuz, acusando o Irã de "manter a economia mundial como refém", enquanto os EUA se recusaram a participar e o presidente Donald Trump criticou aliados europeus.
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02/04 às 09:36
Pontos principais
- O Reino Unido acusou o Irã de "manter a economia mundial como refém" devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz.
- Mais de 40 países participaram de uma cúpula virtual liderada pelo Reino Unido para discutir a reabertura do Estreito de Ormuz por meios políticos e diplomáticos.
- Os Estados Unidos não participaram do encontro, com o presidente Donald Trump afirmando que a segurança da via marítima não é responsabilidade americana e criticando aliados europeus.
- A ministra das Relações Exteriores do Reino Unido, Yvette Cooper, destacou a "força da determinação internacional" para resolver a crise e proteger a navegação.
- Ataques iranianos a navios comerciais e a ameaça de novos ataques praticamente paralisaram o tráfego no Estreito de Ormuz, impactando os preços de petróleo e alimentos.
- Países como Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá, Japão e Emirados Árabes Unidos assinaram uma declaração exigindo que o Irã pare de bloquear o estreito.
- A mobilização internacional é vista como uma pressão indireta sobre o governo Trump, mostrando que a Europa está assumindo mais responsabilidades em sua defesa.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Yvette Cooper (ministra das Relações Exteriores do Reino Unido)Donald Trump (presidente)
Organizações
Ministério das Relações Exteriores e da CommonwealthAPLloyd's List IntelligenceOTANKing's College London
Lugares
Reino UnidoEstreito de OrmuzIrãEstados UnidosIsraelLondresGolfo PérsicoEuropaÁsiaFrançaAlemanhaItáliaCanadáJapãoEmirados Árabes UnidosUcrâniaRússia
