São Paulo amplia monitoramento ambiental por satélite
O Estado de São Paulo ampliou significativamente sua capacidade de monitoramento ambiental por satélite, utilizando a ferramenta Mais para identificar alterações na vegetação nativa e otimizar a fiscalização, resultando em maior detecção de intervenções e autuações.
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04/04 às 09:10
Pontos principais
- A Semil de São Paulo aumentou em 9 vezes a capacidade de monitoramento ambiental por satélite (Mais) nos últimos anos.
- A frequência de monitoramento do território paulista passou de 2 vezes ao ano (2015-2022) para 18 vezes ao ano em 2025.
- A ferramenta Mais utiliza imagens de satélite e dados geoespaciais para identificar alterações na vegetação nativa, otimizando a fiscalização.
- Entre 2023 e 2025, foram identificadas 2.741 alterações na vegetação nativa, totalizando 5.392 hectares com intervenção ambiental.
- A maioria das ocorrências em São Paulo são de pequena escala (84% com até 1 hectare), diferentemente do desmatamento nacional em grandes áreas.
- 91% das ocorrências identificadas foram fiscalizadas, resultando em 1167 autuações ambientais.
- 87% das alterações ocorreram na Mata Atlântica, e o estado registra mais áreas em regeneração do que em supressão de vegetação nativa.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
André Rocha (diretor de DPFA da Semil)Jônatas Trindade (subsecretário de Meio Ambiente da Semil)
Organizações
Semil (Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística)DPFA (Proteção e Fiscalização Ambiental)MapBiomasFundação SOS Mata AtlânticaPolícia Militar AmbientalAgência SPPoder360DBB (Diretoria de Biodiversidade e Biotecnologia)Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo)Fundo Estadual de Prevenção e Controle da PoluiçãoGlobal Environment FacilityMinistério da Justiça e Segurança PúblicaConsema (Conselho Estadual do Meio Ambiente)
Lugares
São PauloBrasilAmazôniaCerradoMata AtlânticaSerra da CantareiraVale do Paraíba
