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Relator diz que Alcolumbre faz “desserviço” ao barrar CPI do Crime Organizado

O senador Alessandro Vieira criticou a decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, de não prorrogar a CPI do Crime Organizado, classificando-a como um "desserviço" e buscando meios legais para a continuidade das investigações.

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07/04 às 19:05

Pontos principais

  • O senador Alessandro Vieira criticou Davi Alcolumbre por barrar a prorrogação da CPI do Crime Organizado, chamando a decisão de "desserviço para a nação".
  • Alcolumbre justificou a não prorrogação alegando que 2026 é um ano eleitoral, mas Vieira considera a justificativa insustentável dada a relevância das investigações.
  • Vieira pretende "testar" o posicionamento do STF sobre o direito constitucional de minoria à criação de CPIs, diante da negativa de prorrogação.
  • A comissão ainda possui grande volume de documentos e dados a serem analisados, e o relatório final será apresentado em 14 de abril de 2026.
  • Indícios de atuação do crime organizado e sua relação com agentes públicos, além de irregularidades no caso do Banco Master, foram identificados pela CPI.
  • A CPI utilizará "todas as ferramentas legais e constitucionais" para dar continuidade às apurações, incluindo medidas judiciais para instalar uma nova CPI.
  • O senador acredita que a interrupção dos trabalhos atende a interesses de grupos afetados pelas investigações, envolvendo "figuras poderosas".

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Alessandro Vieira (relator da CPI do Crime Organizado, senador)Davi Alcolumbre (presidente do Senado)Cláudio Castro (ex-governador do Rio de Janeiro)Gabriel Galípolo (presidente do Banco Central)Roberto Campos Neto (ex-presidente do Banco Central)

Organizações

MDBUnião BrasilSenado FederalSTF (Supremo Tribunal Federal)Banco CentralBanco Master

Lugares

Rio de Janeiro