Preços de remédios podem subir até 3,81% com reajuste em abril; entenda
Os preços máximos dos medicamentos no Brasil podem subir até 3,81% a partir de abril de 2026, conforme estimativa do Sindusfarma, com o reajuste médio ponderado sendo o menor dos últimos dez anos.
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31/03 às 12:51
Pontos principais
- Os preços máximos de medicamentos no Brasil podem ser reajustados em até 3,81% a partir de abril de 2026, segundo o Sindusfarma.
- A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) define três percentuais de reajuste baseados no nível de concorrência dos produtos.
- O reajuste médio ponderado pelo faturamento é estimado em 1,95%, o menor dos últimos dez anos.
- Os índices oficiais devem ser divulgados pela Cmed até 31 de março para entrarem em vigor em 1º de abril.
- A metodologia de cálculo da Cmed considera fatores como inflação (IPCA), produtividade do setor e custos como câmbio e energia elétrica.
- O impacto no consumidor pode variar, pois o reajuste incide sobre o Preço Máximo ao Consumidor (PMC), e as farmácias podem não repassar o valor total.
- Consumidores podem economizar optando por genéricos, utilizando o programa Farmácia Popular ou buscando assistência farmacêutica no SUS.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Nelson Mussolini (presidente executivo do Sindusfarma)Dayanna Palmer (especialista médica da Afya)
Organizações
Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma)Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed)Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa)Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma)AfyaSUS
Lugares
Brasil
