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Por que Amado Batista e a BYD entraram na 'lista suja' do trabalho escravo — e o que acontece agora

A nova atualização da "lista suja" do trabalho escravo do governo federal incluiu a montadora BYD e o cantor Amado Batista, totalizando 169 novos empregadores e o resgate de 2.247 trabalhadores.

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08/04 às 02:00

Pontos principais

  • A "lista suja" do trabalho escravo foi atualizada, incluindo 169 novos empregadores, como a BYD e Amado Batista, e resultou no resgate de 2.247 trabalhadores.
  • Amado Batista foi incluído por irregularidades em duas propriedades em Goianápolis (GO), com trabalhadores sem registro, jornadas exaustivas e condições degradantes.
  • A BYD entrou na lista devido a um caso em sua fábrica em Camaçari (BA), onde 220 trabalhadores chineses foram encontrados em condições análogas à escravidão, com retenção de passaportes e jornadas exaustivas.
  • A inclusão na lista ocorre após o encerramento de todas as etapas administrativas e julgamento definitivo, permanecendo por dois anos, a menos que haja reincidência.
  • Empregadores podem evitar ou sair da lista antes do prazo ao firmar um Termo de Ajuste de Conduta, com indenização e programas de apoio às vítimas.
  • Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma remota e anônima pelo Sistema Ipê, do Ministério do Trabalho e Emprego.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Amado Batista (cantor)

Organizações

BYDMinistério do Trabalho e Emprego (MTE)Jinjiang Construction Brazil Ltda.Ministério Público do Trabalho da BahiaDefensoria Pública da UniãoPolícia FederalOrganização Internacional do Trabalho

Lugares

Goianápolis (GO)Minas GeraisSão PauloBahiaParaíbaPernambucoCamaçariSalvador