O negócio por trás do Palmeiras Pay: como parceria transforma torcida em receita
O Palmeiras Pay, fintech do clube operada pela Pefisa, celebra três anos com o lançamento de um cartão "black" e destaca como a parceria transforma a paixão da torcida em receita e dados estratégicos para o clube.
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06/02 às 12:52
Pontos principais
- O Palmeiras Pay, fintech da Sociedade Esportiva Palmeiras em parceria com a Pefisa (braço financeiro da Pernambucanas), completou três anos de operação.
- A plataforma lançará o cartão "Speciale", um cartão "black" verde, focado em clientes de maior renda com benefícios premium e experiências em dias de jogos.
- Ricardo Doebeli, CEO da Pernambucanas e Pefisa, ressalta a alta exigência e o fator emocional dos clientes do Palmeiras Pay, que também resulta em alta retenção.
- Em três anos, o Palmeiras Pay transacionou R$ 2,3 bilhões e atingiu 1 milhão de contas, com R$ 800 milhões de faturamento em 2025.
- O clube recebe royalties pela exposição da marca, totalizando R$ 15 milhões dos R$ 800 milhões faturados em 2025, o equivalente a 1,87% da receita.
- O Palmeiras considera o Pay um ativo estratégico de conexão e dados, que aproxima o torcedor e otimiza outras frentes de negócio, com correntistas em 95% dos municípios brasileiros.
- O produto busca atrair clientes de maior renda, expandindo o portfólio que hoje é majoritariamente composto pelas classes C e D.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Ricardo Doebeli (CEO da Pernambucanas e da Pefisa)Gustavo Maniero (vice-presidente da Pefisa)
Organizações
PernambucanasPefisaSociedade Esportiva PalmeirasInfoMoneyFictor
Lugares
BrasilSão Paulo
