Novos cargos são para recompor capacidade do Estado, diz ministra
A ministra Esther Dweck afirma que a criação de mais de 24 mil novos cargos e a reestruturação de carreiras no Executivo Federal visam recompor a capacidade do Estado de prestar políticas públicas, após uma saída líquida significativa de servidores desde 2016.
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02/04 às 10:55
Pontos principais
- A ministra Esther Dweck defende a Lei 15.367/2026, que cria mais de 24 mil cargos e reestrutura carreiras no Executivo Federal, como um esforço para recompor a capacidade estatal.
- Desde 2016, houve uma saída líquida de mais de 70 mil servidores, excluindo instituições federais de ensino, o que justifica a necessidade de recomposição.
- Entre janeiro de 2023 e março de 2026, a entrada líquida de servidores foi de apenas 3 mil, evidenciando a lentidão na recomposição dos quadros.
- A nova lei, sancionada em 31 de março, impacta 200 mil servidores com a transformação de cargos obsoletos e a criação de carreiras transversais.
- O impacto orçamentário da lei é de R$ 5,3 bilhões em 2026, representando 1,5% das despesas com pessoal, sem expandir o percentual de gasto com pessoal em relação ao PIB.
- O setor de educação, com legislação própria, terá a criação de 13.187 cargos de professores e 11.576 cargos de técnicos administrativos, que serão preenchidos gradualmente.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Esther Dweck (ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos)
Organizações
Executivo FederalCanalGovEmpresa Brasil de Comunicação (EBC)Agência BrasilSenado
