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Nova crise do petróleo é pior do que as de 1973, 1979 e 2022 juntas, diz chefe da IEA
O chefe da IEA, Fatih Birol, afirma que a atual crise de petróleo e gás, causada pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, é a mais grave já vista, superando as crises de 1973, 1979 e 2022 juntas.
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07/04 às 09:58
Pontos principais
- Fatih Birol, chefe da IEA, declarou ao Le Figaro que a crise atual de petróleo e gás é a pior da história, superando as de 1973, 1979 e 2022 combinadas.
- O bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã, em resposta a ataques de Israel e dos EUA, é o principal catalisador da crise, afetando 20% do petróleo e gás mundiais.
- Birol alertou que países europeus, Japão e Austrália serão afetados, mas as nações em desenvolvimento enfrentarão os maiores riscos, com alta de preços e aceleração da inflação.
- A IEA já liberou parte de suas reservas estratégicas de petróleo e o processo continua para mitigar os impactos.
- A interrupção no fornecimento de energia é de uma magnitude sem precedentes, segundo Birol.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Fatih Birol (chefe da Agência Internacional de Energia - IEA)Inti Landauro
Organizações
Agência Internacional de Energia (IEA)ReutersLe Figaro
Lugares
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