Não se demita: guru do trabalho em Stanford dá conselhos de carreira para 2026
Nicholas Bloom, economista de Stanford, aconselha que, devido ao mercado de trabalho "congelado" e à incerteza econômica global, incluindo a guerra no Irã e o impacto da IA, os empregados não devem pedir demissão sem antes garantir um novo emprego.
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06/04 às 05:00
Pontos principais
- O economista Nicholas Bloom, de Stanford, aconselha que os empregados não se demitam devido ao mercado de trabalho "congelado" e à relutância das empresas em contratar.
- A incerteza econômica, impulsionada por fatores como a guerra no Irã, medidas contra o comércio e imigração, leva as empresas a desacelerar as contratações.
- A situação atual contrasta com a "Grande Demissão", quando a troca de empregos era comum em busca de melhores condições.
- Dados recentes mostram queda nas vagas de emprego e aumento da taxa de desemprego, com cortes de postos de trabalho acima do esperado.
- A inteligência artificial contribui para o congelamento do mercado, com empresas usando a tecnologia como justificativa para pausar contratações.
- A instabilidade no mercado de petróleo, devido à guerra no Irã, e a manutenção das taxas de juros pelo Federal Reserve aumentam a incerteza para trabalhadores e empresas.
- Contratar é caro e arriscado em um cenário incerto, levando as empresas a pausar a expansão de seus quadros de funcionários.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Nicholas Bloom (economista de Stanford)Jerome Powell (presidente do Federal Reserve)
Organizações
StanfordHarvard Kennedy SchoolFortuneMcKinseyTesouro do Reino UnidoBureau of Labor StatisticsTrip.comFederal ReserveGoldman SachsFederal Reserve de AtlantaCNBC
Lugares
IrãReino Unido
