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Mulheres são maioria nos cuidados com autismo, revela estudo

Um estudo inédito sobre o autismo no Brasil revela que mulheres são a maioria nos cuidados de pessoas com TEA, enfrentando desafios como o alto custo de terapias e a necessidade de maior apoio do sistema público de saúde.

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05/04 às 10:25

Pontos principais

  • Mulheres são a maioria das cuidadoras de pessoas com autismo no Brasil, muitas vezes fora do mercado de trabalho.
  • O Mapa do Autismo no Brasil, do Instituto Autismos, coletou dados de mais de 23 mil pessoas, incluindo responsáveis e autistas adultos.
  • A idade média do diagnóstico de autismo no Brasil é de 4 anos, alinhada a padrões internacionais, e o diagnóstico precoce melhora o tratamento.
  • Famílias gastam mais de R$ 1.000 mensais com terapias, utilizando planos de saúde ou o SUS, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.
  • O governo federal investiu R$ 83 milhões para ampliar a assistência a pessoas com TEA, habilitando 59 novos serviços.
  • O Ministério da Saúde busca estruturar uma rede mais preparada para o cuidado de pessoas com TEA no SUS, desde a identificação precoce até o atendimento especializado.
  • A conscientização sobre o autismo tem crescido, e o diagnóstico precoce facilita o acesso a direitos e a inclusão em diversas áreas.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Anaiara Ribeiro (advogada)João (filho de Anaiara)Ana Carolina Steinkopf (presidente do Instituto Autismos, musicoterapeuta)Alexandre Padilha (ministro da Saúde)

Organizações

Instituto AutismosAgência BrasilPoder360Ministério da SaúdeSUS (Sistema Único de Saúde)IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

Lugares

Brasília (DF)BrasilNorteNordeste