Ministério do Trabalho inclui BYD em lista por trabalho análogo à escravidão
O Ministério do Trabalho incluiu a montadora chinesa BYD em sua lista de empresas por trabalho análogo à escravidão, após um escândalo em 2024 envolvendo trabalhadores chineses no Brasil.
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07/04 às 08:45
Pontos principais
- A BYD foi incluída na lista de empresas com trabalho análogo à escravidão pelo Ministério do Trabalho do Brasil.
- A decisão segue um escândalo de 2024 envolvendo tráfico humano e contratos abusivos de trabalhadores chineses.
- A inclusão na lista prejudica a reputação da BYD e impede a obtenção de certos empréstimos de bancos brasileiros.
- Trabalhadores chineses tiveram passaportes retidos, salários enviados para a China e foram submetidos a condições degradantes de moradia.
- A BYD não respondeu ao pedido de comentário, enquanto o Jinjiang Group negou as alegações.
- As autoridades brasileiras consideram a BYD responsável pelas condições dos trabalhadores, mesmo que contratados por terceiros.
- O escândalo causou indignação internacional e atrasou a construção da fábrica, mas a BYD já produziu mais de 25.000 veículos desde então.
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Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)
Organizações
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