Microsoft tem pior dia desde março de 2020 e derruba Wall Street: o que deu errado?
As ações da Microsoft despencaram quase 12% após balanço trimestral com desaceleração na nuvem e projeções fracas, derrubando Wall Street e gerando dúvidas sobre o retorno dos investimentos em inteligência artificial.
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29/01 às 13:37
Pontos principais
- As ações da Microsoft caíram quase 12%, marcando o pior dia da empresa desde março de 2020 e impactando negativamente Wall Street.
- A queda foi impulsionada por um balanço trimestral que mostrou desaceleração no crescimento da divisão de computação em nuvem e projeções fracas para a margem operacional.
- Investidores questionam o alto custo e o retorno incerto dos investimentos em inteligência artificial da Microsoft, que registrou um salto de 66% em capex.
- A diretora financeira Amy Hood mencionou restrições de capacidade computacional, com a demanda por serviços de nuvem e IA superando a oferta.
- O desempenho negativo da Microsoft gerou um efeito dominó no setor de tecnologia, derrubando ações de outras empresas de software.
- Apesar da queda generalizada, as ações da Meta subiram após resultados positivos e a reafirmação de investimentos em IA.
- A reação do mercado indicou que o foco dos investidores está mais nos custos e retornos da IA das big techs do que nas decisões do Federal Reserve.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Amy Hood (diretora financeira)Mark Zuckerberg (CEO)
Organizações
MicrosoftWall StreetS&P 500Nasdaq CompositeDow Jones Industrial AverageIbovespaServiceNowOracleSalesforceMetaAppleFederal Reserve
