Mercado de trabalho aquecido reduz desequilíbrio na relação entre empregado e empregador
Um mercado de trabalho aquecido no Brasil está reequilibrando a relação entre empregados e empregadores, dando mais poder de barganha aos trabalhadores para negociar salários e benefícios, conforme explicado pelo economista Rodolpho Tobler.
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08/02 às 00:05
Pontos principais
- O aquecimento do mercado de trabalho no Brasil está alterando a dinâmica entre empresas e empregados.
- Trabalhadores ganham maior poder de negociação para salários e benefícios em um cenário de mão de obra escassa.
- Rodolpho Tobler, economista da FGV IBRE, explica que o desequilíbrio na relação empregado-empregador diminui.
- Empresas estão oferecendo mais benefícios, incluindo mudanças na carga horária e remuneração, para atrair e reter funcionários.
- O setor de supermercados, por exemplo, registrou um aumento significativo nos salários de admissão em 2025.
- A taxa média de desemprego no Brasil atingiu 5,6% em 2025, o menor patamar desde o início da série histórica do IBGE.
- O Brasil criou 1,27 milhão de novos empregos formais em 2025, segundo o Ministério do Trabalho.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Rodolpho Tobler (mestre em economia e finanças pela FGV e coordenador das Sondagens Empresariais e de Indicadores de Mercado de Trabalho do FGV IBRE)
Organizações
FGVFGV IBREg1IBGEMinistério do TrabalhoAgência Brasil
Lugares
Brasil
