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Mais Médicos 3: qual efeito para ações de educação da Bolsa após MEC cancelar edital?

O cancelamento do programa Mais Médicos 3 pelo MEC, que visava criar novas vagas em cursos de Medicina, gerou análises de bancos como Goldman Sachs, Bradesco BBI e Itaú BBA sobre os impactos nas ações de empresas de educação listadas na Bolsa.

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11/02 às 15:35

Pontos principais

  • O Ministério da Educação (MEC) cancelou o programa Mais Médicos 3, que previa 5.900 novas vagas em cursos de Medicina.
  • O Goldman Sachs avalia o cancelamento como levemente negativo para empresas como Afya, Yduqs, Ânima e Cogna, mas não espera reação relevante das ações, pois o mercado não precificava o opcional.
  • O MEC demonstrava preocupações com a qualidade dos médicos formados e o desempenho fraco no ENAMED, justificando a racionalização do programa.
  • O Bradesco BBI considera o encerramento levemente negativo por eliminar potenciais vetores de valorização, mas reduz o risco de pressão sobre preços.
  • O Itaú BBA acredita que a redução de vagas em medicina cria um ambiente competitivo mais saudável, limitando a expansão, mas eliminando excesso de oferta.
  • Bancos mantêm recomendações para as ações de Ânima (compra), Cogna (compra), Yduqs (neutra) e Afya (venda), com riscos e potenciais de alta e queda específicos para cada uma.

Mencionado nesta matéria

Organizações

Ministério da Educação (MEC)Goldman SachsYduqs (YDUQ3)Ânima (ANIM3)Cogna (COGN3)Bradesco BBISer Educacional (SEER3)Itaú BBAAfya