Licença-paternidade ampliada não vale de imediato; veja quando regra chega a 20 dias
A nova lei que amplia a licença-paternidade para até 20 dias no Brasil será implementada gradualmente a partir de 2027, atingindo o prazo máximo em 2029, e inclui a criação do salário-paternidade e a ampliação do número de trabalhadores com direito ao benefício.
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01/04 às 05:04
Pontos principais
- A lei que amplia a licença-paternidade de 5 para até 20 dias, sancionada pelo presidente Lula, não entra em vigor imediatamente.
- A implementação será gradual: 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e 20 dias em 2029.
- A nova legislação cria o salário-paternidade, incorporando o benefício às regras da Previdência Social.
- Trabalhadores autônomos, empregados domésticos, MEIs e outros segurados do INSS passam a ter direito à licença ampliada.
- A licença pode ser negada em casos de violência doméstica, abandono material ou não afastamento do trabalho.
- A lei prevê ampliação da licença em situações como falecimento da mãe, criança com deficiência, adoção unilateral, parto antecipado, internação da mãe/recém-nascido e ausência do nome da mãe no registro civil.
- A nova lei garante estabilidade contra demissão arbitrária durante a licença e por até 30 dias após o retorno ao trabalho.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)Ana Gabriela Burlamaqui (advogada)
Organizações
Congresso NacionalPrevidência SocialInstituto Nacional do Seguro Social (INSS)Supremo Tribunal FederalCoalizão Licença-Paternidade (CoPai)Programa Empresa Cidadã
Lugares
BrasilSuéciaNoruegaIslândia
