Leão 14, o primeiro papa norte-americano, surge como crítico incisivo de Trump
O Papa Leão 14, o primeiro líder norte-americano da Igreja Católica, emergiu como um crítico incisivo do presidente Donald Trump e da guerra no Irã, pedindo publicamente o fim do conflito.
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02/04 às 12:49
Pontos principais
- O Papa Leão 14, o primeiro papa norte-americano, quebrou seu silêncio sobre a política dos EUA, tornando-se um crítico da guerra no Irã.
- Ele fez um apelo direto a Donald Trump para encontrar uma 'saída' para o conflito, marcando a primeira vez que mencionou o presidente publicamente.
- Especialistas veem essa mudança como uma indicação de que o papa quer ser um contrapeso à política externa de Trump.
- Dois dias antes, o papa afirmou que Deus rejeita orações de líderes com 'mãos cheias de sangue' que iniciam guerras.
- Esses comentários foram interpretados como direcionados ao Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, e provocaram uma resposta da Casa Branca.
- Aliados do papa, como o cardeal Blase Cupich, destacam a importância de sua voz familiar para o mundo anglófono na busca pela paz.
- Marie Dennis, da Pax Christi, vê os comentários do papa como um reflexo de um 'coração partido pela violência implacável' e um chamado à liderança corajosa.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Leão 14 (papa)Donald Trump (presidente dos Estados Unidos)Massimo Faggioli (acadêmico italiano, professor do Trinity College de Dublin)Blase Cupich (cardeal de Chicago)Pete Hegseth (secretário de Defesa dos EUA)Karoline Leavitt (porta-voz da Casa Branca)Marie Dennis (ex-líder do movimento católico internacional pela paz Pax Christi)
Organizações
Igreja CatólicaReutersTrinity College de DublinCasa BrancaPax Christi
Lugares
Cidade do VaticanoIrãEstados UnidosChicago
