JPMorgan vê desafio para siderúrgicas apesar de medida comercial; Gerdau é preferida
O JPMorgan atualizou suas estimativas para as siderúrgicas brasileiras, reiterando preferência pela Gerdau apesar de uma visão pessimista para o setor devido às exportações chinesas e desafios na eficácia das medidas antidumping.
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03/02 às 11:38
Pontos principais
- JPMorgan mantém visão pessimista para o setor siderúrgico brasileiro, citando a deterioração da situação devido às exportações de aço da China.
- A Gerdau (GGBR4) é a principal recomendação do banco, com classificação 'overweight' e preço-alvo de R$ 29, impulsionada por sua exposição ao mercado norte-americano.
- Medidas antidumping e aumento de tarifas sobre o aço importado foram aprovados, mas o JPMorgan vê impacto limitado devido à possibilidade de importações de outras regiões e restrição da demanda por preços mais altos.
- O banco reduziu as estimativas para a Usiminas (USIM5) no 4T25, mantendo recomendação neutra e preço-alvo de R$ 5, devido a preços mais baixos e volumes fracos.
- Para a CSN (CSNA3), o JPMorgan reiterou classificação neutra e preço-alvo de R$ 9,00, esperando pressão contínua do aço chinês e destacando a unidade de mineração como motor de desempenho.
- A CSN Mineração (CMIN3) é classificada como 'underweight', com o JPMorgan preferindo outras opções de minério de ferro na América Latina, como a Vale (VALE3).
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