Jornalista sequestrada no Iraque foi alertada sobre ameaças
A jornalista americana Shelly Kittleson, sequestrada em Bagdá, Iraque, havia sido alertada sobre ameaças de sequestro por milícias ligadas ao Irã antes do incidente, e autoridades iraquianas e americanas investigam o caso.
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01/04 às 13:17
Pontos principais
- A jornalista americana Shelly Kittleson foi sequestrada em Bagdá, Iraque, após ser alertada sobre ameaças específicas de sequestro.
- Kittleson tentou entrar no Iraque pela Síria semanas antes, mas foi impedida por falta de autorização e preocupações de segurança.
- Autoridades iraquianas e americanas confirmaram que a jornalista recebeu múltiplos avisos sobre as ameaças, inclusive na noite anterior ao sequestro.
- Um suspeito envolvido no plano de sequestro foi preso e está sendo interrogado, mas os sequestradores conseguiram fugir com a jornalista.
- Autoridades iraquianas acreditam que Shelly Kittleson está sendo mantida em cativeiro em Bagdá e buscam sua libertação.
- Autoridades americanas alegam que o sequestro foi realizado pelo Kataib Hezbollah, uma milícia iraquiana ligada ao Irã.
- A mãe da jornalista, Barb Kittleson, expressou preocupação e disse que a filha estava dedicada ao jornalismo para 'ajudar as pessoas'.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Shelly Kittleson (jornalista americana)Hussein Alawi (assessor do primeiro-ministro Mohammed Shia al-Sudani)Mohammed Shia al-Sudani (primeiro-ministro do Iraque)Dylan Johnson (secretário de Estado adjunto dos EUA para assuntos públicos)Barb Kittleson (mãe de Shelly Kittleson)
Organizações
Associated PressDepartamento de Estado dos EUAFBIKataib Hezbollah
Lugares
IraqueBagdáSíriaal-QaimIrãEstados UnidosMount HorebWisconsin
