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⁠Infantino tem razão? Será que o futebol não existiria em ‘150 países’ sem a FIFA?

O artigo analisa a afirmação do presidente da FIFA, Gianni Infantino, de que o futebol não existiria em 150 países sem a entidade, detalhando como os recursos são distribuídos e questionando a extensão da dependência das federações.

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05/04 às 12:20

Pontos principais

  • Gianni Infantino, presidente da FIFA, defendeu que o futebol em 150 países não existiria sem a entidade, justificando a geração de receitas para o crescimento global do esporte.
  • A declaração de Infantino ocorreu após críticas aos preços dos ingressos da Copa do Mundo de 2026, que levaram a FIFA a introduzir uma categoria de entrada mais acessível.
  • O programa FIFA Forward distribui até US$ 8 milhões por ciclo de quatro anos para cada uma das 211 associações filiadas, com um total de US$ 2,25 bilhões no ciclo atual.
  • Os recursos são destinados a custos operacionais, projetos de desenvolvimento, viagens e equipamentos, com foco em infraestrutura, competições e seleções nacionais.
  • Especialistas, como Alan Tomlinson, contestam a afirmação de Infantino, argumentando que o futebol é anterior à FIFA e que a entidade precisa mais do esporte do que o contrário.
  • Apesar das críticas, há consenso de que muitas federações dependem dos recursos da FIFA para financiar categorias como futebol feminino, de base e adaptado.
  • Casos de irregularidades no uso dos recursos foram registrados em federações como Bangladesh, Panamá e Venezuela, levantando questões sobre a transparência da fiscalização da FIFA.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Gianni Infantino (presidente da FIFA)Alan Tomlinson (professor emérito da Universidade de Brighton e autor de “What is FIFA For?”)

Organizações

FIFAWorld Sports SummitThe New York Times CompanyUniversidade de Brighton

Lugares

DubaiEstados UnidosComoresInglaterraBangladeshPanamáVenezuelaGuiné EquatorialMaldivasEscócia