Herança digital: como não perder o patrimônio de contas e aplicativos
O artigo aborda a crescente importância da herança digital, que inclui criptomoedas, milhas e saldos em carteiras digitais, e a necessidade de planejamento sucessório para evitar a perda desses ativos após o falecimento, destacando o papel do testamento e da organização prévia.
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26/03 às 12:00
Pontos principais
- Uma parte significativa do patrimônio atual está em contas digitais, milhas, criptomoedas e plataformas, muitas vezes não reconhecida como herança tradicional.
- Sem senhas ou organização, a família pode não conseguir acessar ou sequer identificar esses ativos digitais após a morte do titular.
- O conceito de herança digital vai além de redes sociais e arquivos pessoais, incluindo valores econômicos diretos como criptomoedas e saldos em carteiras digitais.
- A ausência de acesso pode bloquear bens digitais e tornar a recuperação dependente das regras de cada plataforma, com risco de perdas patrimoniais, especialmente em ativos como criptomoedas.
- O testamento pode orientar o destino dos bens digitais, mas precisa ser acompanhado de mapeamento dos ativos e instruções de acesso para ser eficaz.
- É crucial manter informações atualizadas, conhecer os termos de uso das plataformas e orientar os herdeiros sobre a existência do patrimônio digital para evitar perdas.
- Erros comuns incluem subestimar a herança digital, não inventariar contas e guardar senhas de forma insegura, ressaltando a importância de planejamento sucessório específico para o mundo digital.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Gustavo Filippi (Henneberg Ferreira Marques Advogados)Lucas Bohun (Gaia Silva Gaede Advogados)
Organizações
InfoMoneyHenneberg Ferreira Marques AdvogadosGaia Silva Gaede Advogados
