Governo Lula avalia aporte de até R$ 2 bi no FGI para ampliar crédito a empresas
O governo Lula estuda um aporte de até R$ 2 bilhões no FGI e flexibilização de regras para ampliar o crédito e facilitar a renegociação de dívidas para micro, pequenas e médias empresas no Brasil.
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08/04 às 17:59
Pontos principais
- O governo Lula avalia injetar até R$ 2 bilhões no Fundo Garantidor para Investimentos (FGI).
- A iniciativa visa ampliar o acesso a crédito e estimular a renegociação de débitos para empresas.
- A medida será operacionalizada através do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac) do BNDES.
- Empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões serão beneficiadas, incluindo micro, pequenas e médias empresas.
- O plano prevê o alongamento do prazo das operações de crédito de até 7 para até 10 anos.
- Será removida a taxa do Encargo por Concessão de Garantia (ECG) para empresas que renegociarem dívidas.
- O governo pretende expandir as finalidades do crédito, permitindo o uso para quitar outras dívidas.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Luiz Inácio Lula da Silva (presidente)
Organizações
Fundo Garantidor para Investimentos (FGI)ReutersBanco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
