Goldman eleva Brava para compra e vê risco-retorno atrativo após ação ficar para trás
O Goldman Sachs elevou a recomendação da Brava Energia (BRAV3) para compra, com preço-alvo de R$ 24,50, apesar do desempenho recente abaixo do esperado, vendo um risco-retorno atrativo e potencial de alta de 16%.
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08/04 às 10:42
Pontos principais
- Goldman Sachs eleva recomendação da Brava Energia (BRAV3) para compra, com preço-alvo de R$ 24,50.
- Apesar do potencial de alta, as ações da Brava recuaram 5,31% após o anúncio de cessar-fogo entre EUA e Irã, que derrubou os preços do petróleo.
- O banco aponta que a estratégia de hedge da Brava para 2026, com 70% da produção protegida a preços baixos, pode explicar a performance fraca.
- Goldman projeta um yield de fluxo de caixa livre de 25% em 2027 para a Brava, considerando um preço médio do petróleo de US$ 72 por barril.
- A desalavancagem da companhia abre espaço para aumento na distribuição de dividendos, com yield de dois dígitos entre 2027 e 2028.
- O banco vê espaço para crescimento de produção de 12% em 2027 com a conexão de novos poços em Atlanta e Papa Terra.
- Goldman mantém preferência por PRIO (PRIO3) e recomenda compra para Petrobras (PETR4; PETR3) no setor de óleo e gás.
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