Gestor aponta XP como ativo descontado e vê valorização com mudança de ciclo
Um gestor de investimentos aponta a XP (XPBR31) como um ativo subestimado com grande potencial de valorização em um cenário de corte de juros e retomada do apetite por risco, destacando seu modelo B2C e a sofisticação da área Private.
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03/04 às 10:50
Pontos principais
- A XP (XPBR31) é vista como um ativo subestimado, negociando abaixo de dez vezes o lucro projetado.
- André Caldas, da Springs Capital, prevê uma valorização expressiva da XP com a virada do ciclo de juros.
- O mercado estaria ignorando o potencial de re-rating da XP em um cenário de corte de juros e bull market.
- A XP é considerada mal precificada em comparação a outros grandes players como BTG e Itaú.
- O avanço da XP no modelo B2C (direto ao consumidor) e a sofisticação da área Private são movimentos subestimados pelo mercado.
- A Springs Capital também aposta em empresas de construção civil como Tenda (TEND3) e Direcional (DIRR3), negociando a múltiplos baixos.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
André Caldas (sócio, CIO e administrador da Springs Capital)Lucas Collazo (apresentador do Stock Pickers)
Organizações
XP (XPBR31)Springs CapitalStock PickersBTGItaúGenoaTenda (TEND3)Direcional (DIRR3)
Lugares
NYBrasilLatamIrã
