Galípolo diz que afastar cúpula do BC logo no início poderia parecer ação política
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, explicou que a decisão de não afastar imediatamente a cúpula do BC envolvida na fiscalização do Banco Master foi para evitar a percepção de uma ação política, optando por criar um grupo de análise separado antes dos afastamentos.
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08/04 às 12:56
Pontos principais
- Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, depôs na CPI do Crime Organizado.
- Ele afirmou que afastar diretores do BC no início da investigação do Banco Master poderia parecer uma ação política.
- A decisão foi criar um grupo apartado para analisar a situação.
- Os afastamentos dos servidores Paulo Souza e Belline Santana ocorreram após o avanço da investigação.
- Galípolo considerou inicialmente que a divergência nos balanços poderia ser uma questão técnica.
- Ele ressaltou que cabe à Justiça determinar se houve influência de vantagens indevidas nas atitudes dos envolvidos.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Gabriel Galípolo (presidente do Banco Central)Paulo Souza (ex-diretor)Belline Santana (ex-chefe de departamento)
Organizações
Banco CentralCPI do Crime OrganizadoBanco Master
