Expulsão de diplomata na Argentina amplia crise com Irã; país entrará na guerra?
A Argentina expulsou o principal diplomata iraniano, Mohsen Soltani Tehrani, aprofundando a crise entre os dois países, após o governo de Javier Milei classificar a Guarda Revolucionária Islâmica como organização terrorista e alinhar-se com EUA e Israel.
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04/04 às 15:03
Pontos principais
- O principal representante diplomático do Irã na Argentina, Mohsen Soltani Tehrani, foi declarado persona non grata e deixou o país.
- A expulsão é um passo significativo na escalada da crise diplomática entre Argentina e Irã.
- A tensão aumentou após a Argentina incluir o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica em sua lista nacional de organizações terroristas.
- O governo iraniano classificou a decisão argentina como um erro estratégico e uma afronta.
- O presidente Javier Milei tem adotado uma postura de apoio aos EUA e Israel, declarando o Irã como inimigo.
- A nomeação de Ahmad Vahidi, acusado de envolvimento em atentados, como comandante da Guarda Revolucionária, também contribuiu para a crise.
- As relações entre os países já eram marcadas por atritos desde os atentados à Embaixada de Israel (1992) e à AMIA (1994) em Buenos Aires.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Mohsen Soltani Tehrani (encarregado de negócios da embaixada iraniana)Javier Milei (presidente da Argentina)Ahmad Vahidi (comandante da Guarda Revolucionária)
Organizações
Corpo da Guarda Revolucionária IslâmicaCasa RosadaLa NaciónClarínEmbaixada de IsraelAMIA
Lugares
ArgentinaIrãBuenos AiresEstados UnidosIsraelEuropa
