Erika Hilton critica aposentadoria de PM suspeito de matar mulher em SP
A deputada federal Erika Hilton criticou a aposentadoria de um tenente-coronel da PM de São Paulo, suspeito de feminicídio, e a atuação da Justiça Militar e do governo estadual no caso.
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02/04 às 19:18
Pontos principais
- Erika Hilton (Psol-SP) criticou a aposentadoria do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, suspeito de matar a esposa, e a atuação da PM e Justiça Militar.
- A parlamentar questionou a concessão de aposentadoria ao policial, que recebe cerca de R$ 30 mil mensais, e o tratamento dado pelas autoridades.
- Hilton apontou que a Justiça Militar pode favorecer o acusado e que houve interferência na investigação inicial, com alteração da cena do crime.
- O tenente-coronel foi aposentado com salário integral e transferido para a reserva a pedido, com base em critérios proporcionais de idade.
- Gisele Alves Santana foi encontrada morta em fevereiro, e a investigação, inicialmente tratada como suicídio, passou a ser feminicídio qualificado e fraude processual.
- Peritos identificaram lesões em Gisele e indícios de manipulação da cena do crime, além de contradições no relato do oficial.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Erika Hilton (deputada federal)Geraldo Leite Rosa Neto (tenente-coronel)Gisele Alves Santana (soldado PM)Tarcísio de Freitas (governador)
Organizações
Psol-SPPolícia Militar de São PauloJustiça MilitarTribunal de Justiça de São PauloRepublicanos
Lugares
São PauloBrás
