Diretor-geral diz que PF não atua de forma política e que investigadores são alvos de ataques 'covardes'
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, defendeu a atuação da corporação contra ataques e destacou a isenção técnica das investigações, além de mencionar a cooperação com o Banco Central e a pauta salarial dos servidores.
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30/03 às 14:06
Pontos principais
- Andrei Rodrigues defendeu a Polícia Federal de ataques que classificou como "covardes e vis".
- Ele afirmou que as investigações da PF são pautadas pela isenção técnica e sem direcionamentos políticos.
- Rodrigues não especificou os alvos dos ataques, mas sugeriu que vêm de quem não quer uma polícia forte.
- O diretor-geral destacou a cooperação com o Banco Central no combate a fraudes financeiras, elogiando Gabriel Galípolo.
- Ele também abordou a perda de mais de 300 servidores da PF nos últimos três anos e defendeu o reconhecimento das carreiras policiais.
- O presidente Lula deve se reunir com representantes dos servidores da PF para discutir demandas salariais.
Mencionado nesta matéria
Pessoas
Andrei Rodrigues (Diretor-geral da Polícia Federal)Gabriel Galípolo (Presidente do Banco Central)Lula (Presidente)
Organizações
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